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Rui Sousa sexto na Torre e na geral

Ofensiva do chefe-de-fila da Radio Popular-Boavista contou com a ajuda de Vergílio Santos e Célio Sousa mas W52 defendeu em toda a linha as suas ambições à geral

Aguardada com expetativa, a subida a Torre, na sétima etapa da Volta a Portugal, forneceu à Radio Popular-Boavista a rampa de lançamento para inverter o sentido da corrida com o ataque de Rui Sousa logo à saída da Covilhã, a 18 quilómetros da chegada. Escalada pela vertente mais seletiva, a subida permitiu, nas contas finais, a entrada de Rui Sousa para o sexto lugar da classificação geral, com Daniel Silva, finda a etapa de 171 quilómetros desde Condeixa a assinalar o nono lugar na tabela. O ataque do líder da RP-Boavista, lançado por Célio Sousa, fê-lo juntar-se a Vergilio Santos e Joni Brandão (Efapel) na frente da corrida. Com um avanço que nunca superou os 40 segundos, Vergilio impôs em grande parte o ritmo da subida na dianteira, deixando para Rui Sousa a tarefa final de discutir a etapa. O esforço a que foi sujeito, aliado a uma marcação do adversário Jóni Brandão esgotou as hipóteses de reeditar o sucesso de 2014 já no último quilómetro quando a armada da “W52” lançou o espanhol Delio Fernandez e o camisola amarela Gustavo Veloso para as duas primeiras posições na etapa. Rui Sousa foi sexto, a 14 segundos, Daniel Silva, nono, a 34 segundos e Vergilio Santos, 10.º, a 48 segundos.
“O ataque era para tentar ganhar a corrida e dar a Volta à Volta. Sabíamos de antemão que seria difícil mas demos um grande espetáculo. Dignificamos o ciclismo e a Radio Popular-Boavista”, resumiu Rui Sousa. Já Vergílio Santos, na sua última Volta a Portugal, frisou que tudo fez para “ajudar o Rui e trazê-lo o mais perto da meta”. “Fizemos uma boa corrida. É uma subida que tem que se encarada com muita cautela mas não baixamos os braços e atacamos de longe. O Rui motivou-me bastante na subida mas os adversários estiveram mais fortes”, avaliou Vergilio Santos, eleito o mais combativo da jornada.

Esta sexta-feira cumpre-se a oitava etapa, com 180,2 quilómetros, praticamente planos entre a Guarda e Castelo Branco.

A RP-Boavista agradece a todos os adeptos e simpatizantes o apoio à nossa equipa manifestada, uma vez mais, na mais exigente etapa da competição. Obrigado!

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Panteras à espera da Torre

Daniel Silva subiu à nona posição da geral individual após disputada a sexta etapa da prova, entre Ovar e Oliveira de Azeméis

Numa etapa pouco favorável às características dos homens da Radio Popular-Boavista, os 154,1 quilómetros entre Ovar e Oliveira de Azeméis permitiram a Daniel Silva cimentar a sua posição nos dez melhores da Volta a Portugal, subindo do 10.º ao nono lugar da classificação geral encimada pelo espanhol Gustavo Veloso (W52). O camisola amarela foi mesmo o vencedor da etapa após a desclassificação, pelo Colégio de Comissários, de José Gonçalves, o primeiro a cortar o risco, ainda que de forma irregular, desviando a sua trajetória nos metros finais. A ligação cumprida a alta velocidade poupou os elementos da Radio Popular-Boavista a esforços desnecessários, riscando mais um dia à espera da etapa-rainha da prova, com a subida à Torre, na Serra da Estrela, agendada para esta quinta-feira. A “pantera” melhor classificada na chegada a Oliveira de Azeméis foi César Fonte, no nono lugar, seguido por Frederico Figueiredo, na 11.ª posição. Na tabela geral, além de Daniel Silva, evidenciam-se, nos primeiros 15, Rui Sousa (11.º), na foto,  César Fonte (12.º) e Frederico Figueiredo (15.º). Esta quarta-feira, a caravana da 77.ª Volta a Portugal conhece o seu único dia de descanso, com o quartel-general da RP-Boavista localizado em Sangalhos.

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Axadrezados à porta dos “dez” na Sr.ª da Graça

Chefe-de-fila Rui Sousa foi 12.º no alto do Monte Farinha e cedeu 30 segundos ao camisola amarela Gustavo Veloso. Na geral, Daniel Silva é 10.º, seguido por Rui Sousa, 11.º e César Fonte, 14.º

A quarta etapa da Volta a Portugal, com final na Sr.ª da Graça e por muitos tida como o primeiro exame a sério aos candidatos da geral individual terminou com resultados discretos para as fileiras da Radio Popular-Boavista, com Daniel Silva e Rui Sousa a serem os melhores no alto do Monte Farinha, a 25 e a 30 segundos, respetivamente, do vencedor do dia, Filipe Cardoso, da Efapel. Finda a jornada de 159,4 quilómetros desde Alvarenga, o reodernamento classificativo, no entanto, apresenta duas leituras: or reforço da liderança da camisola amarela e, em termos particulares, a subida na geral de quase todos os elementos da equipa, a começar por Daniel Silva (16.º para 10.º), Rui Sousa (14.º para 11.º) e César Fonte (15.º para 14.º).

“A etapa de certa forma correu dentro do previsto mas na parte final era nosso objetivo conseguir ganhar alguns segundos à concorrência e não correu dessa forma, muito pelo contrário, acabamos por perdermos algum tempo. Dou os parabéns aos adversários porque hoje estiveram mais fortes. Vamos continuar a tentar e agora teremos o dia da Torre que será muito importante”, avaliou Rui Sousa.

Esta segunda-feira, na quinta etapa da 77.ª Volta a Portugal, a caravana viaja de Braga para enfrentar 169,4 Km até ao alto do Monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo, contagem de montanha de 3.ª categoria.

 

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Volta a Portugal- 4ª etapa – 2 de agosto – Alvarenga – Mondim de Basto (Sra. Da Graça) 159,4 Km

4ª Etapa: Alvarenga – Mondim de Basto (Sra. Da Graça) | 159,4 Km
Hora da Partida – 12h45

Ao primeiro domingo de prova chega uma das etapas mais aguardadas em cada Volta a Portugal: a sempre e emocionante chegada à mítica Sr.ª da Graça, em Mondim de Basto. A freguesia de Alvarenga do concelho de Arouca, abre caminho aos 159,4 Km que vão atravessar os cenários fantásticos da Região Demarcada do Douro. O calor promete estar na festa com a temperaturas a rondar os 30 graus.

altimetria (1) mapaEtapa percurso

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Alberto Gallego foi o mais combativo em Bragança

César Fonte foi o melhor classificado na primeira etapa da 77.ª Volta a Portugal, em Bragança, mas as atenções do dia recaíram sobre o axadrezado Alberto Gallego que andou em fuga cerca de 180 quilómetros!

 

 

A Radio Popular-Boavista esteve em destaque na primeira etapa da 77.ª Volta a Portugal colhendo os benefícios da exposição meditática de Alberto Gallego, vencedor do Prémio da Combatividade. O axadrezado foi o primeiro a alcançar a capital do Nordeste Transmontano que regressava à Volta a Portugal após prolongada ausência, mas acabou alcançado a 15 quilómetros da meta, já no circuito final. Na mais extensa etapa da Volta (196,8 km) Gallego percorreu em fuga cerca de 180 quilómetros, primeiro no seio de uma fuga numerosa, depois integrado num quinteto e, a partir do quilómetro 154, passou a liderar a corrida em solitário, entrando em Bragança com o pelotão no seu encalço.

“Formou-se uma fuga numerosa logo após a partida e fiz parte dela. Houve uma subida logo depois que isolou o Bruno Silva e o ciclista da Caja Rural e optei por seguir na companhia deles. Esperamos pelos alemães e deixei de colaborar na fuga, pois não era a nossa prioridade. Tínhamos uma vantagem considerável e quando vi que os meus adversários já estavam mortos tentei remediar a situação, pois não era suposto estar na frente da corrida, e ataquei. Não tinha intenção nenhuma, apenas tentar corrigir o que tinha feito. Não correu como queria e tenho consciência que o esforço despendido poderá pesar nas pernas já na etapa de amanhã, mas vou procurar ajudar a equipa naquilo que me for pedido”, resumiu Gallego.

A recompensa do esforço de Alberto Gallego veio pela atribuição do Prémio da Combatividade que lhe valeu, no final, a ida ao pódio juntamente com o vencedor da etapa, o espanhol Vicente Garcia, do Louletano. A camisola amarela permaneceu na posse do belga Gaetan Bille (Verandas). Já em termos classificativos, o melhor elemento da RP-Boavista na primeira etapa da Volta, foi César Fonte na 14.ª posição, que chegou com o mesmo tempo do vencedor, tal como o chefe-de-fila da formação axadrezada, Rui Sousa, 27.º. Na geral, Daniel Silva é 14.º e Rui Sousa, 30.º. Esta sexta-feira, a corrida deverá conhecer nova fórmula com a chegada à Serra do Larouco, de 1.ª categoria, em Montalegre.

CLASSIFICAÇÕES COMPLETAS

O “nove” da RP-Boavista na Volta a Portugal é constituído pelos seguintes atletas:

Rui Sousa (Dorsal 11), Alberto Gallego (12), Célio Sousa (13), Frederico Figueiredo(14), César Fonte (15), David Rodrigues (16), Daniel Silva (17), Nuno Bico (18) eVergilio Santos (19).

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Volta a Portugal: 1ª Etapa – 30 de julho 2015 – Pinhel – Bragança – 196,8 km

Volta a Portugal: 1ª Etapa – 30 de julho 2015 – Pinhel – Bragança – 196,8 km

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Análise: Portuguese Cycling Magazine

 

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